27/02/2004
Blogger feio! Eu tinha deixado um post de rascunho aqui... mas a bagaça sumiu! Evaporou! Puft!
Então... Anteontem a tia Di me ajudou a dar uma LAVADA MONUMENTAL no Gushi no sempre profundo, inteligente, filosófico e maduro jogo do "ão". Por isso, aqui vai meu agradecimento a ela (que vai pra Campinas ver o Mestre!):
coração!
corrimão!
calefação!
animação!
folião!
adoração!
imersão! (adoro essa foto ^_^)
audição!
sensação
excomunhão
alimentação
Eu sei que algumas dessas fotos são repetidas, mas tá difíííííícil de carregar os trecos na joça do msn.... T_T
Bá :: 1:43 AM
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03/02/2004
2+1:
2 desenhos
Que demais esse desenho que achei nesse site aqui. Nem tem nada do Aero (só tem as datas dos shows do Aero com o Kiss - é de agosto), mas adorei o desenho. ^^
E esse aqui, veio do Review Journal
+ 1 fotinho véééééééiiiaaa
E eu nem lembro de onde tirei essa foto. o_O
Bá :: 6:29 PM
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Rapidinhas
Anecdotage
O sorriso de Joe Perry
Uma vez perguntaram ao guitarrista do Aerosmith, Joe Perry, sobre os rumores de que ele havia sorrido apenas uma única vez nos anos 70 -quando, em razão de seu 26º aniversário (em 1976), seu herói, Jeff Beck, fez uma jam com a banda no palco. "Aquilo foi demais", lembra Perry. "Aquilo foi uma boa razão para sorrir. Mas eu não sei se eu realmente sorri apenas uma vez..."
[Trivia: Em 1974, Perry levou uma mordida no rosto de sua então namorada (Elissa Jerret). "Você pode se meter em boas brigas", ele explicou posteriormente, "se você se esforçar para tal." (Ele e Jerret casaram-se em 1975.)]
Drawing the Line
Após a turnê do album Draw The Line (em 1979), o guiatrrista Joe Perry foi presenteado com uma conta do hotel pelos "incidentes" que causou. A quantia que Perry devia de serviço de quarto? US$80 mil.
[Anos depois, perguntaram a Perry como ele conseguiu gastar tanto. Sua resposta? "Fácil."]
[Trivia: Uma vez Perry foi perguntado sobre sua piscina em forma de guitarra. "Não tem o braço, mas parece uma guitarra," ele explicou. "Obviamente, a casa seria o amplificador."]
Atrás da bola 8?
Steven Tyler, do Aerosmith, uma vez foi questionado sobre seu ponto de visto em relação à saúde. "Mesmo naqueles dias (referindo-se à época em que se drogava)," Tyler diz, "nós nos esforçávamos." Como? "Quandoe u ia para a 8ª avenida, eu pegava o meu bagulho (heroina) e um doughnut de chocolate. Mas eu também comprava um daqueles sanduíches naturais. Sabe, algo que fizesse bem para mim."
[Uma vez perguntaram a Tyler sobre a extensão do consumo de drogas da banda. "Uma piscina cheia até o topo com drogas," ele respondeu, "seria mais ou menos a quantidade que ingerimos." "Pode alguém ver triplo?" ele provocou em outra ocasião. "Eu estava tão chapado em Valium e coisas que faziam meus músculos relaxarem que meus olhos se cruzavam e eu nao conseguia descruzá-los."]
Língua e lábios?
Wm janeiro de 2003, Kiss e Aerosmith anunciaram que palnejavam excursionar juntos. "Eles deviam chamar a turnê de "Turnê da Língua e dos Lábios", Amy Reiter, do Salon.com, sugeriu.
Pouco tempo depois foi divulgado que as duas bandas já haviam tocado juntas mais de 3 décadas antes. "Por outro lado," disse Reiter, "talvez eles devessem chamá-la de "Turnê da Dentadura e dos Bifocais!"
A Turnê da serra elétrica
Steven Tyler e seus colegas de banda muitas vezes levavam uma serra elétrica em suas turnês, assim poderiam destruir os seus quartos de hotéis com mais eficiência. Eles também levavam vários fios de extensão. Por quê? Porque assim as TVs poderiam continuar ligadas quando eles as jogavam pelas janelas do hotel até chegarem ao chão... ou à piscina.
Ainda tem mais, mas ainda não terminei de traduzir... =)
Bá :: 6:21 PM
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Isso aqui é da época que o Joe saiu da banda. 1980... Recente sim...tanto que AC/DC e Van Halen (que sumiu T_T) eram novatos!!!!!! hauhauhauaa (para ver a versão original dessa matéria, em inglês, clique aqui)
Steven Tyler
Circus. 4 de Março de 1980
AEROSMITH PERDE JOE PERRY, MAS MANTÉM-SE LONGE DO OSTRACISMO DO ROCK
Steven Tyler sobe ao palco vestindo uma roupa justa colorida nada discreta e uma faixa cheia de cordões na cabeça, como um chefe guerreiro indígena.
A cena e o som ensurdecedor que vem do palco são familiares nesse show de estréia da turnê nacional em Binghamton, em New York. A grande diferença é a ausência do grande Joe Perry, e em seu lugar, o novo integrante da banda, Jimmy Crespo, ex-Flame.
Fora do palco, Tyler não é nada parecido com o extravagante do palco. Nos bastidores de Binghamton, ele veste um par de jeans comum e uma camisa branca, fala com quase todo mundo, porém com frases curtas e cautelosas; amigável, porém reservado. Quase discreto.
Antes de a banda subir ao palco, Tyler diz à sua figurinista, "Eu ainda não estou nervoso." Entretant, sua tranqüilidade antes do show não apaga a tensão existente por causa da questão não-respondida que paira no ar: Como o Aerosmith vai se virar sem o compositor/fundador/guitarrista Perry, que deixou a banda um pouco antes do lançamento do mais recente álbum Night in the Ruts (Columbia)?
Tyler define seu ex-parceiro como "um guitarrista lunático, um dos melhores" talvez para disfarçar o que alguns chamam de a dor por perder uma peça valiosa desse ainda ascendente grupo. Essa tensão chega ao máximo na noite seguinte, em Portland, no Maine, quando Tyler parece colapsar no palco. Dyke Hendrikson do Herald de Portland disse que Tyler ficou rastejando no chão durante uma música no meio do show, e parecia incapaz de se levantar novamente. "Mas ele fez algumas ligações nos bastidores depois e não recebeu nenhuma medicação dos paramédicos", observou Hendrikson. Após alguns dias fazendo exames num hospital de Boston e uma semana de turnê cancelada, o Aerosmith estava na estrada novamente. O diagnóstico: exaustão.
Perry exlicou sua saída. "Eu tinha o itinerário (da turnê) do Aerosmith numa mão e minhas fitas demo na outra e era uma questão de fazer algo novo ou tocar as mesmas músicas de novo e de novo e de novo nos mesmos e mesmos lugares enormes. O que eles (do Aerosmith) estão fazendo é maravilhoso, mas é muito diferente do que eu quero fazer."
"Eu sei que o Steven está com os sentimentos tumultuados e nós tivemos alguns problemas em lidar um com o outro durante algum tempo, mas nossa relação sempre foi de amor e ódio. É por isso que existia aquela força e aquele poder. O que aconteceu é que nós apenas nos afastamos."
Embora Perry esteja gravando agora com seu novo grupo - o Joe Perry Project - ele está bastante presente no novo álbum do Aerosmith, Night in the Ruts (Columbia). Seus solos em canções como "Reefer Head Woman" e "Mia" são poderosos e ele é co-autor de cinco das nove faixas. O peso das cordas dos solos no Aerosmith agora recaem sobre os ombros de Crespo, que foi jogado no meio do fogo: "Eu sei que estou chegando após a saída de um grande ícone; não é como se eu fosse o co-fundador do grupo. Mas pelo menos há a oportunidade de se fazer algo novo."
Crespo, um nativo do Brooklin, e guitarrista durante a maior parte de seus 23 anos "até parece um livro de história", resente-se de que seu trabalho seja tão pouco conhecido. Ele fez a guitarra principal no último trabalho de Ian Lloyd (pela Atlantic), e em um álbum de Robert Fleishmann que, ele admite, não foi tão bem sucedido.
Independentemente de quem seja o guitarrista, diz Tyler, o Aerosmith continuará "porque eu estou aqui". Filho de imigrantes, com um antepassados italianos, poloneses, russos e suecos (seu sobrenome real é Tallarico), ele cresceu em New York, Yonkers e Sunapee, em New Hampshire, onde seu pais possuíam uma casa de veraneio de 212 acres. (aproximadamente 85,80 m²)
Após tocar em uma série de bandas -the Strangeurs, Chain Reaction, William Proud, The Left Banke - e em um bico como roadie para os Yardbirds de Jeff Beck e Jimmy Page, ele se mudou para Boston, e formou o Aerosmith - Perry, o guitarrista Brad Whitford, o baixista Tom Hamilton e o baterista Joey Kramer.
Em Binghamton, quando o fatal show do The Who em Cincinnati ocorrido dias antes foi mencionado, nenhuma reação aparente foi despertada em nenhum dos membros da banda, embora não deva ter saído da mente de nenhum deles, quando a banda foi perseguida pela hostilidade da multidão desde o começo. Tal fato também não foi esquecido pelos responsáveis pela segurança, que tiveram 60 homens uniformizados agredidos. "Eu não gostaria de estar lá no meio da multidão por nada no mundo", disse um dos seguranças, feliz por estar trabalhando na segurança dos bastidores. "Nós temos de levar três ou quatro deles de uma vez. Eles arrancam os braços das cadeiras e jogam no público."
"Nenhum dos meus grupos jamais tocará em Cincinnati novamente," afirma o empresário linha dura do Aerosmith, David Krebs, que encabeça um movimento para banir assentos em shows de grande porte, para garantir a segurança tanto do público quanto dos artistas. "Na última vez em que o Aerosmith tocou em Cincinnati, alguém levou um tiro," afirmou, apoiado por Tyler que relatou casos em que fãs descontrolados empilharam assentos e os incendiaram.
John Tafro, diretor de relações públicas do Coliseu Riverfront de Cincinatti, nega tais acusações. "Na última vez em que o Aerosmith tocou aqui (em 5 de Outubro de 1978), nós não tivemos nenhum tipo de incidente."
No palco de Binghamton, Crespo usou "colas" escondidas atrás dos monitores que estavam na parte frontal do palco para poder tocar "No Surprize". ("Algumas surpresas durante 'No Surprize'," disse ele, pesaroso, mais tarde, a caminho do hotel.)
Por enquanto, ele e seus novos companheiros parecem satisfeitos com seus solos que têm sido intensos o suficiente para gerar gritos de aprovação do público.
A banda está, obviamente, sensível à pressão de que eles podem continuar sem a presença de Perry. Ele era, afinal, o que Jimmy Page é para Robert Plant. Mas algumas bandas de rock têm se garantido em situações semelhantes. O The Who vem crescendo mais e mais forte como unidade e até musicalmente mesmo após ter perdido Keith Moon. Os Eagles têm mandado bem a despeito de todas as grandes mudanças, assim como os Stones.
O Aerosmith, com seu jeito displicente habitual, nem liga para os negativistas. "Aquela médium, Jeanne Dixon previu que o teto cairia sobre nós se tocássemos em Portland no ano passado," ironiza Whitford. "Mas aquilo não aconteceu, não é?"
Fala Steven Tyler
CIRCUS: O que você faz quando não está fazendo rock and roll?
TYLER: Eu posso o maior tempo possível com a minha família, minha filha Mia e minha esposa Cyrinda. Nós temos uma casa perto de um lago em New Hampshire que eu uso como uma câmara descompressora para relaxar.
CIRCUS: Por que os fãs atiram coisas em vocês?
TYLER: É uma manifestação de seu excitamento; é a forma deles se expressarem. Eu não diria que é uma manifestação legal, mas é difícil de controlar.
CIRCUS: O que você pensa sobre o new wave e sobre o futuro do heavy metal?
TYLER: O heavy metal nunca foi tão forte assim. Existem três bandas, três das mais velhas -o Who, os Stones, e o Led Zeppelin- que estão ainda muito fortes e assim continuarão. E há alguns grupos novos como Van Halen e AC/DC que são muito bons. O new wave é algo saudável, abriu os poros daquilo que estava se tornando obstruído numa indústria fonográfica sem imaginação. Mas eu não me afastaria do heavy metal e nem faria um álbum inteiro de baladas.
CIRCUS: Você faz baladas muito bem, como em "Mia", do novo disco.
TYLER: Algumas pessoas acham que "Mia" significa "Missing in Action" e isso é ótimo - quanto mais eles pensam em coisas diferentes sobre uma canção que escrevo, melhor. Mas essa canção é sobre minha filha, e também não o é. A garotada pode até dar o fora antes dela acabar, mas eu não me envergonho dela, pois colocamos muito de nós nas músicas -geralmente nos solos -, então não é nada babaca.
CIRCUS: Qual é a sua maior frustração?
TYLER: Ter que lidar com pessoas nesse negócio que não conseguem entender sobre o que minha música é realmente.
CIRCUS: Quais serão as maiores mudanças na banda, agora que Joe Perry se foi?
TYLER: Não vai mudar muito, afinal eu estou aqui. O Crespo toca rápido e pesado. Ele estará dedilhando a guitarra e eu direi, 'o que você está fazendo?' e ele dirá 'nada' e então uma música surgirá.
CIRCUS: Qual de seus discos se encaixa perfeitamente no que você acha que o rock and roll realmente deve ser?
TYLER: O próximo.
Bá :: 5:51 PM
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É, eu sei que seria mais interessante se eu traduzisse, mas estou com MUITA preguiça... e tô morrendo de sono também... -_-
33 Things You Should Know About Aerosmith
Blender - the ultimate music magazine
By any reckoning, they should be dead: drugs, car explosions, drugs, intraband fights, guitar-shaped swimming pools, drugs, drugs, drugs. “If you’re a band like Aerosmith,” explains Steven Tyler, “you have to play the game. . . . ”
By Ben Mitchell
Blender, June/July 2002
1. Aerosmith formed over french fries.
After playing a show in New Hampshire on July 4, 1966, with the Strangeurs — one of his many pre-Aerosmith bands — Steven Tyler grabbed a bite to eat. Wowed by the excellent French fries, he complimented the moody, long-haired chef. “That was Joe [Perry],” Tyler says. “It turned out he was mad because we always threw food, and he had to clean up after us.” Four years later, Tyler and Perry formed Aerosmith.
2. Tyler took a big chance at the high-school dance.
“With a missy who was ready to play? Yeah. They had record hops in the lunchroom of our high school on Friday afternoons. I thought, ‘What if we had a band?’ So I got a band together. Then I met the cheerleader, was a real young bleeder . . . So, the high-school dance? You betcha. We played there, and all the girls who never looked at me saw me up there playing ‘Wooly Bully’ and wanted to sharpen my pencil.”
3. Tyler was a teenage Trekkie.
“When I was in high school, I’d smoke a joint in my closet in Yonkers, New York, and watch Star Trek. I knew Sulu. When Uhura said ‘Open all hailing frequencies,’ I picked up my phone. After all, my darling, we lived on the dark side of the moon for so many years.”
4. Aerosmith have done lots and lots of drugs.
Tyler and Perry weren’t known as the Toxic Twins for nothing. “Incredible excess,” nods Tyler. How much drug use? “A swimming pool filled to the top with blow would be about right,” he says.
5. False Aerosmith rumor number 1:
Tyler and drummer Joey Kramer are just good friends, despite the fact that, as Kramer explains in the Aerosmith autobiography Walk This Way, “Someone put out a rumor at the beginning of the band that we were gay.” “Me and Joey Kramer? The drummer?” asks a wide-eyed Tyler. “That’s the damnedest fucking thing, man!”
6. Regrets? They’ve had, well, one.
“I had fun with girls,” says Tyler, “but I’m also bummed — because when you’re high, you’re not in the clubs looking for the puss. I spent a lot of my time in the bathroom with Rod Stewart, snorting blow.” Says Perry, grinning: “There’s that gay thing again, Steven. You’ve got to watch what you say.”
7. You can’t fit much on Steven Tyler’s arm.
The words MA KIN are tattooed on his left arm, a 1971 testament to his faith in the song “Mama Kin.” Why not the full title? “I couldn’t fit it on,” shrugs Tyler. Adds Perry, “He was young and skinny, so that’s all the room there was.”
8. Joe Perry has a guitar-shaped swimming pool.
“The neck isn’t on it, but it looks like a guitar,” he says. “Of course, the house would be the amplifier.”
9. Perry also has his own brand of hot sauce.
Joe Perry’s Rock Your World Boneyard Brew is available online at ashleyfood.com. Do profits go to charity, as with Paul Newman’s salad dressing? “Yeah, the Joe-Perry-put-a-neck-on-my-guitar-pool charity,” cracks Tyler.
10. Dealing with Tyler, Joey Kramer says, gave him a nervous eye twitch.
“He likes to say that, but it goes a bit deeper than that,” Tyler protests. Kramer did vacuum up miles of coke with the rest of them in the band’s heyday. “He’s lucky it isn’t both eyes,” says Perry.
11. Tyler and Perry argued about everything.
“We still do!” Tyler says. “What else are you going to do? Count your money?”
12. Perry’s girlfriend bit him on the face in 1974.
“You can get into some amazing fights if you set your mind to it,” he muses. “I’ve still got the scar. It’s around here somewhere.”
13. False Aerosmith rumor Number 2:
Perry did not do so much heroin before his wedding (to face-biter Elissa Jerret on August 5, 1975) that he almost got sick on the cake. Oh, he did the heroin — he
Bá :: 5:26 PM
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